domingo, 1 de dezembro de 2013

Deathunters Capítulo 4: Numb


(Coloque para tocar durante o capítulo)


Harry On

Conseguimos matar alguns Demônios, mas sei que tem muitos ainda pela frente, nesse lugar todos nós teremos recordações horríveis. Ver crianças morrendo, saber que você está entre a vida e a morte... Fomos até o quarto de Margaret e colocamos seu corpo sobre sua cama, alguém irá tirar uma hora.

A: Lucy você se apegou a ela em tão pouco tempo. - Ally disse
L: Sim. - Disse Lucy fria enquanto olhava o corpo de Margaret
A: Por que??
L: Porque ela é parecida comigo...Você sempre foi doce e tinha muitos amigos e eu era sozinha tinha apenas um amigo que simplesmente morreu. - Lucy disse deixando suas lagrimas descerem lentamente
H: É melhor irmos...

Lucy On

Voltávamos e as lembranças daquele lugar vinham na minha mente, Margaret morrendo, crianças mortas violentadas. Eu pareço ser do tipo de garotas fria, mas nem tanto, meu coração se parte cada vez mais, segurava minhas lágrimas cada passo que eu dava parecia que o chão iria desabar.

A: Lucy?!...LUCY?! - Ally gritou
L: Oi... E-eu não escutei - disse um pouco trêmula
A: É que pensamos que está muito tarde devemos ficar pela cidade mesmo. - Disse Ally quase soletrando as palavras
L: Ta bom... Procurem um lugar e-eu vou andar mais um pouco. - Disse olhando para o chão
A: Ta... - ela respondeu demorado - Se cuida estaremos ali - ela apontou a um hotel velho bem no inicio da cidade
L: Ok. - eles foram à direção do hotel e eu continuei a andar.

Estava há muito tempo andando, estava morrendo de cede. Encontro um bar entro no bar... Escuto barulhos será que há alguém?

L: Alguém?...Oláá? - Gritei

Saiu de dentro da cozinha uma garotinha com cabelos longos e toda branca.

L: Olá... - disse olhando a ela

Ela levanta a cabeça seus olhos eram pretos, mãos cortadas, roupas sujas. Ela me ataca fazendo um corte no meu rosto, eu pego a arma atiro em sua cabeça e ela simplesmente explode. Quando estou saindo daquele maldito bar sinto minha mente embaçar e eu vi tudo preto. Quando ia gritar socorro minhas forças acabam e eu caio.

Ally on

Estava procurando por Lucy quando a vi caída no chão, havia um corte em sua testa e um em seu lábio. Corri em sua direção e a peguei, levando-a para o hotel. Harry veio disparado com Louis atrás dele.

H- O que houve Ally? O que aconteceu com a Lucy?
A- E-eu não sei, eu estava procurando ela porque ela estava realmente demorando e a encontrei no chão caída e machucada.
H- Louis... Que tal falar com o Klaus pelo seu aquele tablet-mágico seu?
Lo- Existe uma coisa mais eficiente que isso, Klaus me deu.

Louis foi em direção a mochila e tirou uma vela preta de dentro.

H- Que merda é essa?
Lo- É uma vela da babilônia.
A- Elas realmente existem? Não acredito! Isso pode...
Lo- Sim, pode sim.
H- Pode o que, caralho?!
A&Lo- Nos levar pra casa.

Ally sorriu tímida e eu fiz o mesmo. Acendi a vela, com seu fogo verde. Era totalmente fora do padrão de uma vela: preta e com fogo verde.

Lo- Todo mundo, pense na cabana do Klaus.

Seguramos uns as mãos dos outros, estávamos com nossos pertences na mochila. Pensamos na cabana do Klaus, e logo uma luz verde nos sugou para dentro de algo, que nos deixou bem no meio da cabana do Klaus. Que acordou assustado.

K- Vejo que voltaram, caçadores.
H- Lucy está desmaiada. Ally disse que a encontrou deitada desmaiada no chão.

Klaus chegou perto dela, e logo entregou um chá para ela. Ela acordou alguns minutos depois. Com minha ajuda se sentou.

K- Nos conte o que houve, detalhadamente, Lucy.
L- Eu estava morrendo de fome, então vi um bar. Eu entrei no bar e ele aparentava estar abandonado, chamei por alguém e logo uma menina muito branca apareceu. Pois é, era um demônio. Ela me atacou, deixando esses cortes aqui, e logo depois eu a matei, explodindo. Aí eu desmaiei.
K- Quando o demônio te atacou, havia com ele alguma arma?
L- Não, ele, ele me atacou com as unhas. Estavam entupidas de sangue.
K- De que cor era o sangue?
L- Aonde isso vai nos levar? Pra quê essas perguntas?
K- Apenas responda.
L- Preto.

A expressão que Klaus continha no rosto mudou drasticamente, para uma bem pior.

K- Existe uma grande, grande possibilidade do sangue do demônio ter sido transferido para o seu.
L- Mas você tem certeza? – Lucy disse e uma luz preta saiu de dentro dela, fraca
K- Agora eu tenho certeza. Quando o sangue do demônio foi transferido para o seu, ocorreu que os seus DNA’s se fundiram em um só, traduzindo; você está metade demônio.
A- V-vamos ter que matar a minha irmã? – falei sentindo meus olhos marejarem
K- Claro que não, Alice. – meu nome de batismo? – Lucy não faria nenhum atentado contra a humanidade. Ou faria?
L- Olha a minha cara de quem faria.
K- Então. Na verdade, ela ser metade demônio e lutar a nosso favor é uma grande vantagem. Ela pode observar não só o nosso mundo; mas o deles também.

Louis On

Aquilo ainda era muita novidade para nós. Acho que isso caía mais sobre Ally, que até ficou branca. Observei o rosto da garota, estava estranhamente branco. Ela botou a mão na cabeça e caiu no chão em seguida. Fomos todos para perto dela e a colocamos em cima de uma das camas. Ela parecia não conseguir respirar. Em um impulso ela apertou minha mão muito forte. Eu percebi que não havia umidade em sua pele.

Lo- JOGUEM ÁGUA NELA! ISSO É DESIDRATAÇÃO!

Harry e Lucy foram correndo e voltaram com um balde cheio d’água e jogaram em cima de Ally. Senti um aperto no coração em vê-la naquele estado.

K- O que aconteceu com ela? Ela levou algum tiro?
L- Não, ela não se machucou muito.
Lo- Sim... – todos olharam para mim – Ela entrou na minha frente, eu ia levar um tiro de uma arma estranha.
K- Era uma arma estranhamente grande e parecia com textura de sal?
Lo- Sim, era desse jeito.
K- Ela foi atingida por uma arma que tira praticamente toda a água do corpo da pessoa.
L- E isso tem cura? – Lucy chorava mais calma
K- Sim, lágrimas de unicórnio curam. 10 dozes ao dia, durante uma semana, e a pessoa volta ao normal.
H- E onde conseguimos “lágrimas de unicórnio”? – disse Harry sarcástico
K- Eu tenho aqui.

Klaus voltou com uma grande garrafa com um líquido rosa. 10 dozes por dia durante uma semana. Eu queria que Ally saísse daquela, eu precisava.

Lucy On

Estava cuidando de Ally como sempre fiz, por mais que estivesse um pouco cansada tenho que fazer isso por ela.

Lo: Lucy descanse eu cuido dela. - Disse Louis
L: Não precisa... - ele me interrompeu
Lo: Eu seu o que tenho que fazer, pode ir.
L: Valeu.

Saí da cabana caminhei, até uma grama plana e me deitei. Fechei os olhos e fiquei lá por algumas horas. Até que escuto um grito. Fui até a  cabana e encontrei Ally tendo uma convulsão.

L: LOUIS O QUE TA ACONTECENDO COM ELA?!  - gritei
Lo: EU NÃO SEI... EU ACHO QUE... ESQUECI DE DAR O REMÉDIO. - ele gritava L: SABIA QUE NÃO DEVIA DEIXAR MINHA IRMÃ NA SUAS MÃOS, SEU IDIOTA! - eu gritava enquanto Ally tremia seus olhos estavam pretos suas mãos trofiavam, ela gritava.

H: O que ta acontecendo... Ally?!... O que houve? - Harry perguntava nervoso
L: Seu amigo esqueceu de dar a merda das lágrimas de unicórnio a ela e agora ela está assim! - disse nervosa
Lo: Desculpa ta! - Louis disse baixo
K: Vocês estão brigando enquanto ela tem uma convulsão! - Klaus pegou as lágrimas

Klaus colocou na boca de Ally as 10 gotas e ela simplesmente desmaiou. Saí da cabana, comecei a andar pela floresta, meus passos fortes, percebo que lágrimas pretas descem dos meus olhos. Parei em um lago lavei meu rosto, minhas mãos estavam brancas meu corpo estava branco minhas unhas grandes... Meus olhos pretos e cada vez mais me sentia fraca ate desmaiar. O que eu mais temia aconteceu, agora estou virando uma deles. Acordei eu estava meio zonza, eu não estava com os pés firmes no chão. Consegui ir caminhando até a cabana.

A: Lucy onde você estava?
L: Por aí. - disse ainda confusa
A: Isso não é legal, você sair andando por ai sem dizer aonde vai. - disse Ally preocupada
L: Nossa Ally, ainda bem que você ta bem, sabia que você estava tendo uma convulsão e eu briguei com seu namoradinho? - disse irônica, Ally me fuzila com os olhos

Klaus chega com Harry e Louis.

K: Vocês devem começar os testes pela floresta, para estarem realmente prontos.
H: Sozinhos?!
K: Sim, se quiserem falar comigo podem ligar o tablet. - Klaus disse sorrindo  
A: Acha que estamos prontos? - Ally perguntou com um pouco de medo nas palavras
K: Não sou eu que tenho que achar isso... São vocês. Eu não sei como será esse teste, mas são muitas coisas nessa floresta espero que saiam com vida.

Ally On

Klaus nos deixou andando pela floresta, sozinhos, cada um por si. Aquilo não era legal, eu não gostava de me sentir sozinha. Eu estava andando em paz quando ouvi um barulho estranho atrás de mim, olhei para trás e um vulto preto saiu de dentro de uma moita. Peguei minha espada e empunhei, mas era apenas o Louis. Bufei e voltei a andar.

A- Essa prova é para resolvermos SOZINHOS. No sentido original da palavra.
Lo- Achei que você quisesse companhia.
A- Achou errado, pode ir embora.
Lo- Você ta puta comigo porque eu esqueci de te dar os remédios?
A- Não to puta com você, só não quero ficar perto de você.
Lo- Por quê?
A- Porque pra você tudo tem que ter um por quê?
Lo- Por que sim, e eu acho que você sabe me responder essa questão.

Antes que eu pudesse dar um belo de um fora nele, algo realmente mais assustador saiu de uma moita: uma pantera. Logo atrás dela veio mais uma.

A- Imaginei que fosse só uma.
Lo- Hã?
A- Deveriam ser apenas uma pantera, já que essa prova é individual.
Lo- É, mas eu to aqui com você.
A- Você atraiu duas panteras, legal Tomlinson. Quase me mata duas vezes.

Louis correu para lutar com a pantera, mas nossas armas eram totalmente inúteis. Foi quando eu parei bem no meio, eu não tinha mai consciência do que eu estava fazendo. Apenas abri meus braços, os coloquei na direção interna, e puxei na externa. Quando fiz isso, o interior da pantera se rasgou e ela morreu, fiz a mesma coisa com a segunda e Louis me olhava pasmo.

Lucy On

Eu andava sozinha quando Harry apareceu do nada, me assustando. Resolvi apenas ignorar a presença dele. Foi de repente quando duas panteras apareceram. Tentamos lutar, mas quando as balas chegavam perto dos animais elas explodiam.

H- Ah, por favor! – Harry se irritou e bateu o pé na terra na direção de uma pantera

Uma onda de um tipo de vento fez a terra se abrir, fazendo uma cair dentro do buraco que se fechou no mesmo instante.

L- Legal ver você matando animais, Styles.
H- Cala a boca e mata logo o seu! – ele se irritou não sei por quê

Estiquei minhas mãos em direção a pantera, que foi ficando branca enquanto eu puxava na minha direção. Cuspi no chão e voltei para a cabana de Klaus, quando cheguei encontrei Louis e Ally.

Louis On

Chegamos lá e Klaus sorria satisfeito. Ele abriu as mãos e as quatro panteras como ficaram depois das mortes.

K- A pantera da Lucy teve todo o sangue drenado, tirando completamente suas forças vitais. A do Harry caiu dentro de um buraco, que ele abriu. As outras duas foram rasgadas pela força da mente pela Ally. Essa prova foi feita para vocês descobrirem os “poderes” de vocês.
H- O Louis, e ele?
K- Louis você por enquanto não tem poder. Talvez apareça com o tempo ou não.
Lo- E eu vou ficar sendo o excluído nesse meio? – me exaltei
K- Claro que não Louis, você apenas será diferente dos outros.

Me virei totalmente irritado e saí de dentro da cabana. Fui andando com as mãos no bolso até achar uma linda clareira em que a luz da lua refletia perfeitamente. Me sentei em uma das pedras, olhei para a lua. Rangi os dentes e coloquei minha cabeça entre as pernas. Eu não queria chorar. Mas era inevitável. Eu era o excluído, eu não tinha poder, eu não fazia nada de especial. Eu era um dos quatro não sei como. Eu estava chorando por causa de raiva e tristeza. “Pare de chorar, para com isso Louis!”. Em um acesso de raiva joguei minhas mãos para frente, liberando algo parecido com fogo, que destruiu as árvores que lá estavam. Olhei para as minhas mãos confuso.

Lo- O que eu sou nesse meio?


Lucy On

Juro que ainda estou em choque com esses testes, só quero saber como será o próximo.

K: Próximo teste... Esse teste pode não parecer, mas é o mais difícil. - disse Klaus
L: O que é?
K: Uma neblina.
H: Uau quanta dificuldade! - disse Harry sarcástico
K: Só posso dar uma dica... Acreditem em si mesmos e tudo passará. - Disse Klaus misterioso.

Fomos em direção a floresta fria, escura, esquisita, comecei a escutar vozes e a neblina vinha em minha direção, fazendo com que não conseguisse ver Louis, Ally nem Harry. As vozes cada vez gritavam mais alto em meus ouvidos, quando vejo a imagem de Harry. Como assim?!

"Hey Lucy, doce Lucy, você aí sempre tão valente, mas sei muito bem que chora todas as noites por não ter pais, que pena Haha, não passa de uma garota fraca, idiota, ninguém liga para você lembre-se disso." Senti minhas lágrimas descerem enquanto minha raiva aumentava meu coração acelerava.

L: Fraca éo Caralho! - Me levantei

Meus olhos ficaram pretos toquei, na neblina e ela se tornou pássaros pretos que vieram em minha direção, eu abaixei e dei um grito. O que acabou de acontecer aqui... Essas palavras... Eu não entendo... Fiquei caída no chão por um tempo até eu acreditar no que realmente aconteceu... Essas palavras foram uma facada no meu estômago, lágrimas desciam cada vez com mais frequência.

L: ALLY! - gritei chorando

Aonde será que eles estão? O que ta acontecendo?... Isso é da minha mente?!... Estou delirando...

Harry On

Estou sozinho numa floresta sem nenhuma ideia aonde Louis, Lucy e Ally estão... Legal... Vejo uma neblina vindo em minha direção. Que medo. Vozes vinham junto com elas o que e isso?!... Escuto uma que me chama. Desde quando neblinas sabem meu nome?!... O que é isso?!... Lucy????

"Harry, sei que você é apaixonado por mim, mas que pena eu te odeio, você é esquisito, fraco, inútil. Ainda foi abandonado pelos pais que peninha, coitadinho tomara que morra!"

Sinto lágrimas descerem eu simplesmente bati meus punhos no chão, poeira toma conta do lugar e tudo some. Olho para o lado vejo Lucy ajoelhada no chão, o que foi isso, essas palavras como se fossem para nos afastar, mas isso não vai acontecer. Me levantei fui até Lucy.

H: Ta... Tudo bem? - ela me olhou com seus olhos vermelhos com lagrimas em seu rosto e fui surpreendido por seu abraço

Eu apenas correspondi. Ela deve ter visto o mesmo... Todos nós vimos isso... Estamos delirando esses testes estão nos matando, estamos ficando mais próximos um do outro... Por que isso?


Ally On

Estava andando sem rumo no meio a floresta, foi quando uma neblina veio. E vozes começaram a ser escutadas. Me envolveram toda e apareceu Louis na minha frente. Fiquei tipo WTF quando ele começou a falar.

Lo- Alice, uma frágil menina, triste e excluída. Ninguém sabe do seu passado, seu medo ridículo de água, uma simples gota de água te deixa assustada. Você acha que eu não sei que você está super afim de mim? Mas não há chance nenhuma de isso acontecer, você é sem graça, as pessoas não se interessam por você. A Lucy sempre vai ser melhor que você em tudo. Ninguém nunca vai se interessar por você.

Peguei as pedras e comecei a jogar na neblina. Eu estava em choque, chorando que nem uma condenada. Comecei a chorar desesperadamente, me deitei no chão em posição fetal. Aquilo era simplesmente tortura. Era tortura ouvir aquilo.

Louis On

Estava simplesmente sentado no chão, fazendo desenhos com um galho quando senti um frio súbito, e logo depois uma neblina me envolver. Vozes, eu estava ouvindo vozes. Me levantei. Uma pessoa começou a se formar em minha frente. Era ela, Ally.

A- Louis Tomlinson, você não é nada. Por que reparar em você quando se tem pessoas mais interessantes que você para se interessar? Por que devemos achar você importante se não dá pelo menos o trabalho de conquistar uma garota? Eu jamais serei sua, eu me recuso a chegar perto de uma pessoa como você, inútil.

“Inútil”. Eu estava chorando de novo, eu não queria parar de chorar nunca mais. Doía mais que tudo ouvir aquelas palavras dela. Eu podia ter ouvido de qualquer um, mas dela era como uma facada. Bati com as mãos na terra e gritei.


Lo- Por que você não me ama?! POR QUE VOCÊ NÃO ME AMA? – o que estava acontecendo comigo?


Deathunters Capítulo 3: Demons



(Coloque para tocar durante o capítulo)

Capítulo 3: Demons

Lucy on

Andávamos no corredor dessa escola sombria até que chegamos ao refeitório e vimos varias crianças.

A: Que tal perguntarmos pra essas crianças se elas sabem de algo - Ally disse olhando ao redor

Avisto uma criança, uma menina, deslocada com cabelos pretos e bem longos.  

L: Vamos perguntar a ela - disse andando em sua direção
A: Olá... É eu sou Jennifer... Somos novos aqui... Você sabe de algo? - disse Ally cuidadosa
X: Eu sou Margaret, tenho 12 anos... Posso contar a história a vocês então me sigam - ela disse sombria

A seguimos pelo corredor até o seu quarto chegamos ela abriu a porta.

M: Meu quarto entrem. - disse com um sorriso
Lo: Então nos conte. - Louis disse apressado
M: Eu entrei aqui ano passado, quando essa escola era normal. - ela dizia e se sentava na cama
L: Como assim? - perguntei séria
M: Vocês não devem saber, mas existem demônios dentro de padres e um desses me atacou... Mas eu o matei. - ela disse sorrindo e pegando uma faca de baixo de sua cama L: O que vai fazer com essa faca?! - Disse com a mão atrás da minha calça pronta para atacar
M: Calma. - ela disse ainda sim rindo - Não vai doer.

Já havia puxado minha faca, quando Margaret fez um corte em seu próprio braço.

M- Acharam que eu iria matar vocês? Não posso matar quem quer me ajudar – deu uma pausa – Mesmo que seja involuntariamente.
A- Então você, você sabe quem nós somos?
M- Sim, são os caçadores. Os “padres” estão sabendo que viriam, só acho que ainda não sabem que são vocês.

Ela se levantou e foi até sua escrivaninha, passando o sangue que escorria pelo seu braço em cima do móvel, que liberou um símbolo estranho.
H- O símbolo do Inferno. – Harry disse
M- Isso mesmo, essa é a prova de que esse lugar, ao contrário do que diz o local, definitivamente não pertence à Deus.
A- E o que, o que eles fazem com as crianças?
M- Você sabe, as estupram. Isso é normal por aqui.

Aquilo era horrível, as pessoas se aproveitando das crianças como se fossem sacos de carne.

M- Alguns de nós não resistimos, em memória principalmente à Elizabeth. – ela suspirou
Lo- Quem é Elizabeth?
M- Corrigindo sua pergunta, quem era Elizabeth. Elizabeth Rockenbach tinha 11 anos quando foi estuprada por um padre possuído, ela foi mantida refém por esse mesmo padre, era violentada todos os dias, até que não resistiu. Ela lutou bravamente, mas ninguém faz nada para mudar isso. Eu espero que vocês, caçadores, mudem isso, vinguem o nome de Elizabeth Rockenbach.
L- Nós vamos. – eu disse decidida – Nós vamos vingar Elizabeth, e nenhum de vocês vai sofrer ou morrer mais na mão desses demônios.
M- Por favor, façam isso.

Ela puxou uma alavanca, que abriu um pequeno alçapão.

M- Eu era amiga de Elizabeth, ela nos mantinha aqui para nos salvar. Se escondam aqui, só saiam pelas passagens secretas, não é seguro lá fora.

Louis on

Entramos em uma passagem estreita, que dava para um pequeno quarto. E nesse pequeno quarto havia uma menina. Ela chorava desesperadamente, estava em pânico. Deduzimos que ela fosse uma das vítimas, e isso me dava mais raiva a cada momento que passava.

Lo- Vem cá, ninguém vai te ver! A gente vai te ajudar!
X- Me tirem daqui, por favor! – ela suplicou

Fui lá dentro e busquei a menina no colo, e a coloquei sentada com Lucy e a Ally.

A- O que houve? – Ally falou incrivelmente calma
X- Ele, ele me estuprou. – ela chorou no colo de Lucy
L- Quem fez isso com você? Qual o seu nome?
X- Camilla. Um padre, ele tinha os olhos todos pretos e... – ela não conseguiu terminar de falar
Lo- Camilla! – chamei – CAMILLA!

O lençol em que ela se enrolava havia se tornado vermelho, abri o lençol respeitosamente e vi que ela havia sofrido de uma hemorragia externa. Fechei calmo, mas por dentro eu estava em pedaços. Eu havia visto uma criança morrer na minha frente, e do pior jeito possível.

A- Isso é horrível. – Ally secou as lágrimas

Em um impulso, sequei as lágrimas que ela ainda deixava cair. Ela me olhou atônita.

Lo- N-não chora. – falei com a voz trêmula
A- Não vou. – ela sorriu de leve

Lucy se levantou e pegou Camilla no colo, levou à um quarto e a colocou de baixo das cobertas.

L- E cadê o Harry precisamos dele.
Lo- Precisamos para quê?
L- Pra quê? – pegou uma arma – Temos demônios para matar.

Harry apareceu do nado, com uma expressão nada boa. Ele havia trocado de blusa, agora com uma blusa de manga comprida.

Lo- Onde você estava?
H- Por aí, vendo crianças morrerem.
L- Também vimos uma, é agora ou nunca. Vamos acabar com esses merdas.

Fomos correndo até o pátio e as crianças nos olharam.

A- Por favor, saiam correndo daqui, vão embora!

Ally gritou e as crianças saíram para fora da igreja. Passo um completo, retirada das crianças. 20 “padres” apareceram na nossa frente.

X- Ora ora ora, o que temos aqui. Os caçadores de Klaus. Não sabia que ele havia escolhido crianças desta vez.
L- Não somos crianças! E nós vamos destruir vocês! Um por um!
X- Hahaha então acham que podem com os agentes do inferno?
Lo- Nós não achamos, temos certeza.
Xx- Um Tomlinson, que raridade.

Ignorei aquilo, deviam estar querendo me provocar. Tirei uma espada, e a outra entreguei à Ally que me olhou confusa.

Lo- Klaus pediu para que lutássemos nós dois com elas. – eu sorri e ela correspondeu
H- VAMOS LOGO COM ISSO, LOUIS!

Corremos em direção aos padres, cujos olhos ficaram pretos, revelando os demônios dentro. Lucy foi a primeira a se manifestar – como sempre – deu um tiro certeiro na cabeça de um. Estávamos matando todos que encontrávamos, as balas de Klaus e as espadas eram especiais, por isso funcionavam. Ally cravou a espada bem no coração de um, explodindo na sua frente. Estava tudo correndo “bem” até que Margaret entrou no pátio correndo.

L- MARGARET? SAIA DAQUI! – Lucy gritou
M- Eu vou ajudar! – ela correspondeu

Antes que Lucy pudesse chegar perto dela, um demônio cravou uma espada em Margaret, pelas costas dela. Lucy gritou e foi em sua direção. Um demônio ia matar Lucy, mas Harry acabou com ele com um tiro. “LOUIS!” alguém gritou, apenas vi uma luz vindo em minha direção. Mas eu fui empurrado, por Ally, e ela levou um tiro de uma das armas sobrenaturais. Uma raiva enorme subiu em mim, e eu fui correndo em direção aos padres, e matei cinco de uma vez. Haviam acabado os padres-demônios. Ally se levantou e eu e Harry fomos em direção a Lucy, que tinha Margaret em seus braços e chorava compulsivamente.

L- Margaret, aguenta firme, você vai sair dessa.
M- Não dá mais, Lucy. De qualquer forma, muito obrigada, todos vocês, agora nenhum de nós vai morrem vão. Nem eu.
L- Você não vai morrer.
M- Não tem problema, Lucy. Eu vou reencontrar Elizabeth.
L- Por favor...
M- Se cuidem vocês quatro, e muito, muito obrigada... – a garota parou de falar no meio da frase




Deathunters Capítulo 2

Ally on

Acordei, havia uma noite em que eu descobri que era uma caçadora. Saí da cabana e observei Lucy dormindo, sorri e fui até a mesa onde Klaus colocou as comidas, sei que ele colocou. Klaus costuma acordar bem cedo. Chegando lá, vi dois vultos contornando a mesa. Me escondi atrás da árvore, e olhei discretamente, e percebi que não se tratava de dois vultos, mas sim de duas pessoas. Corri de volta para a cabana e acordei Lucy.

L- O que foi Ally?
A- Tem duas pessoas roubando nossa comida. Lá na mesa, vem ver.

Lucy pegou seu arco e nós saímos de fininho até ficar atrás daquela mesma árvore em que havia me escondido. Lucy saiu de trás da árvore, e as pessoas saíram correndo. Quis muito que parassem, então algo as impediu de continuar correndo e as prendeu no banco. Lucy se aproximou e apontou o arco, percebi que eram dois meninos visivelmente lindos.

L- Quem são vocês? – ela perguntou pausadamente
X- Não interessa! – gritou o de cabelo cacheado
L- Comigo não tem marra não, ou diz, ou morre.
Xx- Nos deixe ir! – o outro falou

Ela ameaçou lançar a flecha, mas eu segurei seu braço em protesto.

A- É melhor chamar o Klaus. Vá lá, eu cuido dos dois.

Lucy fez que sim com a cabeça e se dirigiu até a cabana de Klaus, voltando com o mesmo alguns segundos depois.

K- Ora ora o que temos por aqui? Quem são vocês?
X- Nos deixe ir! – o de cabelo cacheado cerrou os dentes
K- Não antes de nos dizerem quem são.
X- NOS DEIXE IR! – ele gritou

Quando ele gritou, um vento estranho saiu e explodiu algo debaixo da terra. Klaus, que caiu no chão, se levantou. Lucy pegou o arco novamente.

L- São demônios, vamos matar eles!
K- Não faça isso!
A- Por quê?
K- Eles são como vocês.

Lucy On

Aqueles dois meninos como nós????????... Não pode ser verdade... Eu estava pronta para matá-los. Eu ainda acho que isso é mentira por mais que eles pareçam os mais normais possíveis. Fui até Ally estava com eles.

L: Qual e o nome de vocês dois? - disse seria
X: Hahaha adivinha - o menino com olhos incrivelmente verdes e seu cabelo cacheado

Fui em direção a ele, coloquei meu braço em seu pescoço quase o enforcando

L: Não estou pra brincadeiras - disse

Ele arregalou os olhos e começou a tossir e começou a rir.

H: Meu nome é Harry - ele disse, eu o soltei -Gostei de você gosto de garotas com atitude

Eu apenas olhei para baixo e balancei a cabeça.

A: E você aí? - Ally disse apontando para o garoto com olhos azuis
X: Como eu não quero apanhar, prazer Louis - ele disse sorrindo e coçando o cabelo
K: Feita as apresentações, essas são Ally e Lucy, vocês serão um grupo com o destino de caçar bruxas, acabar com demônios... - trocamos olhares - Mesmo que se odeiem o mundo depende de você trabalhem em equipe.
H: Equipe?! Isso é uma piada! - ele disse rindo sarçasticamente
L: É melhor calar a boca - eu disse entre dentes
A: Parem e escutem o Klaus! - disse Ally em um tom alto
Lo: O nome dele e Klaus né... - Louis disse ironicamente
K: Sim... Em equipe... E que a sorte esteja sempre ao seu favor...

"E que a sorte sempre esteja ao seu favor Lucy"

Ally on

Então havíamos encontrado os outros dois caçadores, estávamos prontos para cumprir nosso destino.

L- E o que fazemos agora?
K- Começam os treinamentos.
H- E como treinamos?
K- Isso é fácil, tem que treinar do melhor jeito que um caçador treina: lutando.

Klaus nos guiou até algo circular que parecia um palco e chamou Harry até ficar de frente para ele.

K- Você sabe lutar?
H- Um pouquinho, não muito para dizer a verdade.

Antes que Harry pudesse dizer algo, Klaus o derrubou sem mesmo pensar. Ele nos explicou que aquele golpe se tratava de rapidamente se abaixar, ficar apoiado em uma das pernas enquanto a outra passa por debaixo da perna do inimigo, o derrubando. Era um golpe basicamente fácil para ele, mas foi muito difícil para os outros. Ficamos treinando durante muito tempo, a primeira a conseguir foi Lucy, que derrubou Harry em um impulso rápido. Era minha vez, eu tentaria derrubar Louis. Ele me chutou, e eu caí no chão. Em sua boca havia um sorrisinho sarcástico, e aquele fogo novamente subiu em mim, me deixando com raiva. Me levantei e Klaus deu o sinal para que tentasse de novo. Antes que Louis pudesse se mexer, me abaixei com força e o derrubei. Um sorriso gigante se formou na cara de Lucy, ela estava feliz. Ele permanecia no chão, e agora o risinho idiota não estava mais lá. Permanecemos assim por uns dias, treinando e treinando mais. Em 15 dias havíamos aprimorado nossas práticas de luta e éramos praticamente indestrutíveis, sabíamos tudo que precisávamos saber sobre o outro lado e estávamos completamente prontos para nos tornar caçadores de verdade. Estávamos reunidos quando Klaus chegou.

K- Parabéns crianças, agora são caçadores completos. Já podem começar seu primeiro trabalho.
Lo- E qual seria esse primeiro trabalho?
K- Um pequeno internato no sul da Inglaterra. Um demônio está possuindo os padres.
L- E o que temos que fazer?
K- Matá-lo. Existem muitos meios de se matar um demônio discretamente em 2013.
A- Quando partimos?
K- Hoje mesmo.

Me levantei e fui até meu quarto, peguei minhas coisas e armas. Lucy entrou no quarto e fez o mesmo. Estávamos saindo da cabana quando Klaus apareceu ao nosso lado.

L- Você não vai conosco?
K- Não, mas irei manter contato. Prometo.


Lucy on

Estávamos andando pela floresta até que Klaus nos parou.

K: Daqui pra frente Lucy fique comigo - ele disse me chamando


Eu pessoalmente não entendi.

L: Por quê? - disse em tom de risada
K: Você foi a que mais se elevou em relação à defesa, a floresta é perigosa.
L: Eu não quero. - eu disse seria - Somos um grupo.
K: Chamarei Louis - ele disse simplesmente me trocando
L: Ótimo, vai lá Louis - disse sarcástica. 
A: Calma Lucy - Ally sussurrou

Louis se dirigiu ate Klaus e disse alto.

Lo: Os que esperamos de mulheres, sempre desistem né Klaus? - ele disse rindo

Apenas senti uma raiva tão grande que eu simplesmente pulei nas costas de Louis o jogando no chão. Com a mão no seu pescoço e puxando seu cabelo com força.

 L: Só não te bato mais... - Klaus me interrompeu
K: Parem... Vocês são um grupo, não podem ficar se batendo dessa forma!

Eu levantei das costas dele empurrei sua cabeça fazendo com ela batesse no chão.

L: Klaus, fala pra ele aprender a calar a boca, aí isso nunca mais vai acontecer. - disse seca

 Continuamos andando em silencio... Ele acha que eu sou do tipo de garota fraca, ele está muito enganado...

Ally on

Já havíamos chegado à frente da tal igreja.
A- E agora o que fazemos?
H- Simples, matamos os demônios.
L- Você jura Styles?!
Lo- Acho melhor falarmos com o Klaus.
Louis tirou um tablet de dentro de sua mochila.
H- Pretende falar no Skype com ele?
Lo- Klaus me deu isso quando me chamou, e quando a Lucy me bateu.

Lucy riu discretamente e a tela se acendeu exibindo a imagem de Klaus.

K- Como estão as coisas? Lo- Acabamos de chegar em frente à igreja. K- Ótimo. Invadam, vão até a área dos uniformes, roubem alguns, vistam e se passem por alunos. Vai ser fácil fingir uma matrícula.
H- E depois?
K- Descubram o sistema e depois acabem com o demônio.

Desligamos um tempo depois e chegamos perto do grande lugar. Pulamos o muro e entramos em uma espécie de cabine onde havia vários uniformes, masculinos e femininos. Nos vestimos e entramos discretamente, eram muitas crianças e adolescentes. Um padre parou ao nosso lado.

X- Quem são os senhores e as senhoritas?
L- Somos alunos novos, sou Tabatha Baker, essa é minha irmã Jennifer. Esses são meus primos Noël e Wilhein.

O padre nos deixou passar e estava tudo indo bem, conseguimos nos infiltrar.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Deathunters capítulo 1



Heaven's Death


Lucy On

Mais um dia entre a vida e a morte, entre o medo e a coragem de seguir em frente. Acordo, olho para o teto, mesmas cores listradas desbotadas. Lembro do meu passado, das cores vivas que tomavam o céu, meu quarto, minha vida. Cheguei a simples conclusão, eu odeio a minha vida. Me levanto, lavo meu rosto, me olhava pelo espelho e só vejo agora que eu não sei o que me tornei, o que será de mim. Tenho que proteger minha irmã, lutar, sobreviver, nunca respirar, mesmo que o passado seja duro, o presente amedrontador e o futuro pior. Mas sempre mostre coragem, seja forte.Vou até o quarto de minha irmã Alice e a acordo. Desço as escadas, olho através da janela a mesma merda de dia, nublado triste.
                                     
A: Hey Lucy? - ela diz com sua voz doce coçando seus olhos azuis
 L :Sim! - disse olhando ainda pela janela
A: O que vai fazer hoje? - ela disse olhando pra baixo
L: Caçar - Fui andando ate minha flecha
A: Agora???? - ela disse em um tom triste
L: Claro, se não morreremos de fome! - eu disse rindo ela riu correspondendo.

Dei um beijo em sua testa e sai porta fora sentindo o vento, moramos perto de uma campina Irlandesa. Mas e fácil de ir ate a cidade. Fui andando até a floresta, percebo barulhos esquisitos parece que alguém esta me seguindo, olho para todos os lados não vejo nada. Até que quando olho pra trás vejo uma garota, sorrio, até que ela começa a vomitar sangue preto

L: Mais uma pra minha lista! - disse sarcástica

Miro minha flecha e acerto na sua cabeça, fazendo ela explodir e suas partes do corpo voavam, eu não sei do que vai ser dos seres que restam aqui, acabaram mortos como ela e a causa da morte? Eu.

Ally on

Lucy chegou em casa trazendo nossa comida. Me levantei e algo em um canto chamou minha atenção especificamente, era um vulto. Não era uma pessoa definitivamente, mas era Algo. Me sentei na mesa e encarei o que Lucy havia colocado em cima da mesma. O vulto se aproximou e ficou parado ao lado da mesa.
                   
L- O que você ta olhando?
A- Um vulto, tem um vulto aqui.
L- Não tem nada aqui, eu saberia se tivesse.
A- Eu não estaria dizendo se não houvesse nada aqui.
L- Ally, você não tem se aberto comigo como deveria, me diz o que ta rolando.
A- Eu vejo demônios. Eu vejo demônios toda hora me encarando.

Um barulho saiu lá de fora. Lucy foi na frente, com seu arco e flecha em mãos. Abrimos a porta, das sombras surgiu um homem, Lucy ergueu o arco.



X- Eu venho em paz.
L- Quem é você?
X- Meu nome é Klaus, eu estou aqui para dizer toda a verdade sobre vocês?
A- Como assim, verdade? – me manifestei
K- Vocês são caçadoras de demônios, por isso os vêem a toda hora.

Saí de trás de Lucy, que segurou meu braço em tentativa de me manter lá, mas não deu certo, porque me soltei.


A- Eu vejo demônios.
K- Isso é porque você está destinada a matá-los.
A- O que nós temos que fazer?
K- Vocês apenas tem que vir comigo.
A- Nós vamos.

Lucy me puxou para perto dela.

L- Você está louca? Nós não vamos com esse estranho a lugar nenhum!
A- Pela primeira vez na vida eu me senti confortável, alguém me disse uma coisa que me interessou, eu posso descobrir quem sou. Você pode não ir, mas eu irei. Quero descobrir quem sou.

Lucy On

Ally seguiu aquele homem, não sei se ela devia confiar nele, mas gosto de aventuras. Nós fomos andando até a floresta, sua casa era bem no meio da floresta. Nós entramos e começamos a observar. Ao redor da casa vejo fotos até que observo uma foto familiar. Caminho até ela, só um instante, meus pais?

L: Klaus, esses são... Meus... Pais?? - eu disse gaguejando
K: Claire e Robb foram grandes caçadores que morreram após um demônio dominá-los. - ele disse em um tom sério
L: Eu não acredito - sinto lágrimas descerem dos meus olhos
A: Calma Lucy, não se preocupe com isso, agora temos que pensar nos nossos treinamentos - ela disse confiante
K: Certo, essa é a cabeça de uma caçadora - ele disse e sorriu

Entendi o que ele quis dizer, tenho que ser fria, cruel, matar sem dó... Esquecer do passado.

"Welcome to war, Lucy"
                                         
Ally on

A- E o que nós fazemos?
K- Vocês matam demônios.
A- Essa parte eu já entendi. Quero dizer, como fazemos isso de matar demônios?
K- Existem várias formas de matar um demônio, mas eles só morrem mesmo com essas balas. – nos entregou uma bala
A- Nós não sabemos atirar. Lucy sabe, mas eu não sei.
K- Sabe sim, Alice.

Ele me entregou uma arma, e eu a peguei sem jeito, era pesada. Mas de repente, um calor estranho tomou conta de meu corpo, a arma ficou mais leve, me senti confiante. Levantei a arma e mirei, apertei o gatilho, e a bala voou diretamente para uma árvore.

K- Está no sangue de vocês.

Lucy permanecia calada. Ela estava impaciente, e eu também, aflita.

K- Existem também meios de afastar demônios. Espelhos, velas pretas, velas brancas, incenso. Tudo isso ajuda a afastar.
L- Quando começamos a treinar?
A- E quando entramos em ação?
K- Quando acharmos os outros dois.


Continua...

Deathunters



Depois de tudo...Depois da claridade, depois das guerras paramos na escuridão aonde a confiança e algo que não existe há anos. Aonde existem poucos "humanos" e mais demônios. Não existe amor, não existe esperança. Apenas dor, choro e morte. Morte, uma palavra tão apavorante mas pra certas pessoas, algo que se tornou normal.

Personagens:



Ally Michaelson: Para algumas pessoas, ela pode ser considerada um problema. Por fora uma muralha impenetrável, por dentro, um abismo na imensidão. Ally prefere ficar afastada dos outros, porque quando chega perto, só destrói. Ela tem uma facilidade para os problemas.



Lucy Sparks: Ela parece uma menina doce... Mas é só aparência, perdeu os pais, luta pra proteger sua irmã, quase deu sua vida à ela. Ela é cruel, fria, não sabe demonstrar seu sentimentos mas tem um bom coração... Quando ela ama alguém dá tudo por ela, até sua vida.



Louis Tomlinson: Louis, uma pessoa que brinca com os sentimentos das outras, destrói, nunca é destruído. Magoa, nunca é magoado. Decepciona, mas nunca é decepcionado. Mata, mas nunca é morto. Um garoto que sabe o que faz com uma arma, e acaba com tudo que esteja em seu caminho, independente do que seja. 


Harry Styles: Não se preocupa com ninguém só com si mesmo, ele joga pra si mata pra si. Não pensa em ninguém. Coração frio, olhos tristes e hipnotizantes. Certas semelhanças com uma certa pessoa, faz com que ele lute e viva por ela.



"You will feel fear as a natural thing."




Deathunters

Mandy And Lele