domingo, 1 de dezembro de 2013

Deathunters Capítulo 3: Demons



(Coloque para tocar durante o capítulo)

Capítulo 3: Demons

Lucy on

Andávamos no corredor dessa escola sombria até que chegamos ao refeitório e vimos varias crianças.

A: Que tal perguntarmos pra essas crianças se elas sabem de algo - Ally disse olhando ao redor

Avisto uma criança, uma menina, deslocada com cabelos pretos e bem longos.  

L: Vamos perguntar a ela - disse andando em sua direção
A: Olá... É eu sou Jennifer... Somos novos aqui... Você sabe de algo? - disse Ally cuidadosa
X: Eu sou Margaret, tenho 12 anos... Posso contar a história a vocês então me sigam - ela disse sombria

A seguimos pelo corredor até o seu quarto chegamos ela abriu a porta.

M: Meu quarto entrem. - disse com um sorriso
Lo: Então nos conte. - Louis disse apressado
M: Eu entrei aqui ano passado, quando essa escola era normal. - ela dizia e se sentava na cama
L: Como assim? - perguntei séria
M: Vocês não devem saber, mas existem demônios dentro de padres e um desses me atacou... Mas eu o matei. - ela disse sorrindo e pegando uma faca de baixo de sua cama L: O que vai fazer com essa faca?! - Disse com a mão atrás da minha calça pronta para atacar
M: Calma. - ela disse ainda sim rindo - Não vai doer.

Já havia puxado minha faca, quando Margaret fez um corte em seu próprio braço.

M- Acharam que eu iria matar vocês? Não posso matar quem quer me ajudar – deu uma pausa – Mesmo que seja involuntariamente.
A- Então você, você sabe quem nós somos?
M- Sim, são os caçadores. Os “padres” estão sabendo que viriam, só acho que ainda não sabem que são vocês.

Ela se levantou e foi até sua escrivaninha, passando o sangue que escorria pelo seu braço em cima do móvel, que liberou um símbolo estranho.
H- O símbolo do Inferno. – Harry disse
M- Isso mesmo, essa é a prova de que esse lugar, ao contrário do que diz o local, definitivamente não pertence à Deus.
A- E o que, o que eles fazem com as crianças?
M- Você sabe, as estupram. Isso é normal por aqui.

Aquilo era horrível, as pessoas se aproveitando das crianças como se fossem sacos de carne.

M- Alguns de nós não resistimos, em memória principalmente à Elizabeth. – ela suspirou
Lo- Quem é Elizabeth?
M- Corrigindo sua pergunta, quem era Elizabeth. Elizabeth Rockenbach tinha 11 anos quando foi estuprada por um padre possuído, ela foi mantida refém por esse mesmo padre, era violentada todos os dias, até que não resistiu. Ela lutou bravamente, mas ninguém faz nada para mudar isso. Eu espero que vocês, caçadores, mudem isso, vinguem o nome de Elizabeth Rockenbach.
L- Nós vamos. – eu disse decidida – Nós vamos vingar Elizabeth, e nenhum de vocês vai sofrer ou morrer mais na mão desses demônios.
M- Por favor, façam isso.

Ela puxou uma alavanca, que abriu um pequeno alçapão.

M- Eu era amiga de Elizabeth, ela nos mantinha aqui para nos salvar. Se escondam aqui, só saiam pelas passagens secretas, não é seguro lá fora.

Louis on

Entramos em uma passagem estreita, que dava para um pequeno quarto. E nesse pequeno quarto havia uma menina. Ela chorava desesperadamente, estava em pânico. Deduzimos que ela fosse uma das vítimas, e isso me dava mais raiva a cada momento que passava.

Lo- Vem cá, ninguém vai te ver! A gente vai te ajudar!
X- Me tirem daqui, por favor! – ela suplicou

Fui lá dentro e busquei a menina no colo, e a coloquei sentada com Lucy e a Ally.

A- O que houve? – Ally falou incrivelmente calma
X- Ele, ele me estuprou. – ela chorou no colo de Lucy
L- Quem fez isso com você? Qual o seu nome?
X- Camilla. Um padre, ele tinha os olhos todos pretos e... – ela não conseguiu terminar de falar
Lo- Camilla! – chamei – CAMILLA!

O lençol em que ela se enrolava havia se tornado vermelho, abri o lençol respeitosamente e vi que ela havia sofrido de uma hemorragia externa. Fechei calmo, mas por dentro eu estava em pedaços. Eu havia visto uma criança morrer na minha frente, e do pior jeito possível.

A- Isso é horrível. – Ally secou as lágrimas

Em um impulso, sequei as lágrimas que ela ainda deixava cair. Ela me olhou atônita.

Lo- N-não chora. – falei com a voz trêmula
A- Não vou. – ela sorriu de leve

Lucy se levantou e pegou Camilla no colo, levou à um quarto e a colocou de baixo das cobertas.

L- E cadê o Harry precisamos dele.
Lo- Precisamos para quê?
L- Pra quê? – pegou uma arma – Temos demônios para matar.

Harry apareceu do nado, com uma expressão nada boa. Ele havia trocado de blusa, agora com uma blusa de manga comprida.

Lo- Onde você estava?
H- Por aí, vendo crianças morrerem.
L- Também vimos uma, é agora ou nunca. Vamos acabar com esses merdas.

Fomos correndo até o pátio e as crianças nos olharam.

A- Por favor, saiam correndo daqui, vão embora!

Ally gritou e as crianças saíram para fora da igreja. Passo um completo, retirada das crianças. 20 “padres” apareceram na nossa frente.

X- Ora ora ora, o que temos aqui. Os caçadores de Klaus. Não sabia que ele havia escolhido crianças desta vez.
L- Não somos crianças! E nós vamos destruir vocês! Um por um!
X- Hahaha então acham que podem com os agentes do inferno?
Lo- Nós não achamos, temos certeza.
Xx- Um Tomlinson, que raridade.

Ignorei aquilo, deviam estar querendo me provocar. Tirei uma espada, e a outra entreguei à Ally que me olhou confusa.

Lo- Klaus pediu para que lutássemos nós dois com elas. – eu sorri e ela correspondeu
H- VAMOS LOGO COM ISSO, LOUIS!

Corremos em direção aos padres, cujos olhos ficaram pretos, revelando os demônios dentro. Lucy foi a primeira a se manifestar – como sempre – deu um tiro certeiro na cabeça de um. Estávamos matando todos que encontrávamos, as balas de Klaus e as espadas eram especiais, por isso funcionavam. Ally cravou a espada bem no coração de um, explodindo na sua frente. Estava tudo correndo “bem” até que Margaret entrou no pátio correndo.

L- MARGARET? SAIA DAQUI! – Lucy gritou
M- Eu vou ajudar! – ela correspondeu

Antes que Lucy pudesse chegar perto dela, um demônio cravou uma espada em Margaret, pelas costas dela. Lucy gritou e foi em sua direção. Um demônio ia matar Lucy, mas Harry acabou com ele com um tiro. “LOUIS!” alguém gritou, apenas vi uma luz vindo em minha direção. Mas eu fui empurrado, por Ally, e ela levou um tiro de uma das armas sobrenaturais. Uma raiva enorme subiu em mim, e eu fui correndo em direção aos padres, e matei cinco de uma vez. Haviam acabado os padres-demônios. Ally se levantou e eu e Harry fomos em direção a Lucy, que tinha Margaret em seus braços e chorava compulsivamente.

L- Margaret, aguenta firme, você vai sair dessa.
M- Não dá mais, Lucy. De qualquer forma, muito obrigada, todos vocês, agora nenhum de nós vai morrem vão. Nem eu.
L- Você não vai morrer.
M- Não tem problema, Lucy. Eu vou reencontrar Elizabeth.
L- Por favor...
M- Se cuidem vocês quatro, e muito, muito obrigada... – a garota parou de falar no meio da frase






Lele and Mandy

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