domingo, 1 de dezembro de 2013

Deathunters Capítulo 4: Numb


(Coloque para tocar durante o capítulo)


Harry On

Conseguimos matar alguns Demônios, mas sei que tem muitos ainda pela frente, nesse lugar todos nós teremos recordações horríveis. Ver crianças morrendo, saber que você está entre a vida e a morte... Fomos até o quarto de Margaret e colocamos seu corpo sobre sua cama, alguém irá tirar uma hora.

A: Lucy você se apegou a ela em tão pouco tempo. - Ally disse
L: Sim. - Disse Lucy fria enquanto olhava o corpo de Margaret
A: Por que??
L: Porque ela é parecida comigo...Você sempre foi doce e tinha muitos amigos e eu era sozinha tinha apenas um amigo que simplesmente morreu. - Lucy disse deixando suas lagrimas descerem lentamente
H: É melhor irmos...

Lucy On

Voltávamos e as lembranças daquele lugar vinham na minha mente, Margaret morrendo, crianças mortas violentadas. Eu pareço ser do tipo de garotas fria, mas nem tanto, meu coração se parte cada vez mais, segurava minhas lágrimas cada passo que eu dava parecia que o chão iria desabar.

A: Lucy?!...LUCY?! - Ally gritou
L: Oi... E-eu não escutei - disse um pouco trêmula
A: É que pensamos que está muito tarde devemos ficar pela cidade mesmo. - Disse Ally quase soletrando as palavras
L: Ta bom... Procurem um lugar e-eu vou andar mais um pouco. - Disse olhando para o chão
A: Ta... - ela respondeu demorado - Se cuida estaremos ali - ela apontou a um hotel velho bem no inicio da cidade
L: Ok. - eles foram à direção do hotel e eu continuei a andar.

Estava há muito tempo andando, estava morrendo de cede. Encontro um bar entro no bar... Escuto barulhos será que há alguém?

L: Alguém?...Oláá? - Gritei

Saiu de dentro da cozinha uma garotinha com cabelos longos e toda branca.

L: Olá... - disse olhando a ela

Ela levanta a cabeça seus olhos eram pretos, mãos cortadas, roupas sujas. Ela me ataca fazendo um corte no meu rosto, eu pego a arma atiro em sua cabeça e ela simplesmente explode. Quando estou saindo daquele maldito bar sinto minha mente embaçar e eu vi tudo preto. Quando ia gritar socorro minhas forças acabam e eu caio.

Ally on

Estava procurando por Lucy quando a vi caída no chão, havia um corte em sua testa e um em seu lábio. Corri em sua direção e a peguei, levando-a para o hotel. Harry veio disparado com Louis atrás dele.

H- O que houve Ally? O que aconteceu com a Lucy?
A- E-eu não sei, eu estava procurando ela porque ela estava realmente demorando e a encontrei no chão caída e machucada.
H- Louis... Que tal falar com o Klaus pelo seu aquele tablet-mágico seu?
Lo- Existe uma coisa mais eficiente que isso, Klaus me deu.

Louis foi em direção a mochila e tirou uma vela preta de dentro.

H- Que merda é essa?
Lo- É uma vela da babilônia.
A- Elas realmente existem? Não acredito! Isso pode...
Lo- Sim, pode sim.
H- Pode o que, caralho?!
A&Lo- Nos levar pra casa.

Ally sorriu tímida e eu fiz o mesmo. Acendi a vela, com seu fogo verde. Era totalmente fora do padrão de uma vela: preta e com fogo verde.

Lo- Todo mundo, pense na cabana do Klaus.

Seguramos uns as mãos dos outros, estávamos com nossos pertences na mochila. Pensamos na cabana do Klaus, e logo uma luz verde nos sugou para dentro de algo, que nos deixou bem no meio da cabana do Klaus. Que acordou assustado.

K- Vejo que voltaram, caçadores.
H- Lucy está desmaiada. Ally disse que a encontrou deitada desmaiada no chão.

Klaus chegou perto dela, e logo entregou um chá para ela. Ela acordou alguns minutos depois. Com minha ajuda se sentou.

K- Nos conte o que houve, detalhadamente, Lucy.
L- Eu estava morrendo de fome, então vi um bar. Eu entrei no bar e ele aparentava estar abandonado, chamei por alguém e logo uma menina muito branca apareceu. Pois é, era um demônio. Ela me atacou, deixando esses cortes aqui, e logo depois eu a matei, explodindo. Aí eu desmaiei.
K- Quando o demônio te atacou, havia com ele alguma arma?
L- Não, ele, ele me atacou com as unhas. Estavam entupidas de sangue.
K- De que cor era o sangue?
L- Aonde isso vai nos levar? Pra quê essas perguntas?
K- Apenas responda.
L- Preto.

A expressão que Klaus continha no rosto mudou drasticamente, para uma bem pior.

K- Existe uma grande, grande possibilidade do sangue do demônio ter sido transferido para o seu.
L- Mas você tem certeza? – Lucy disse e uma luz preta saiu de dentro dela, fraca
K- Agora eu tenho certeza. Quando o sangue do demônio foi transferido para o seu, ocorreu que os seus DNA’s se fundiram em um só, traduzindo; você está metade demônio.
A- V-vamos ter que matar a minha irmã? – falei sentindo meus olhos marejarem
K- Claro que não, Alice. – meu nome de batismo? – Lucy não faria nenhum atentado contra a humanidade. Ou faria?
L- Olha a minha cara de quem faria.
K- Então. Na verdade, ela ser metade demônio e lutar a nosso favor é uma grande vantagem. Ela pode observar não só o nosso mundo; mas o deles também.

Louis On

Aquilo ainda era muita novidade para nós. Acho que isso caía mais sobre Ally, que até ficou branca. Observei o rosto da garota, estava estranhamente branco. Ela botou a mão na cabeça e caiu no chão em seguida. Fomos todos para perto dela e a colocamos em cima de uma das camas. Ela parecia não conseguir respirar. Em um impulso ela apertou minha mão muito forte. Eu percebi que não havia umidade em sua pele.

Lo- JOGUEM ÁGUA NELA! ISSO É DESIDRATAÇÃO!

Harry e Lucy foram correndo e voltaram com um balde cheio d’água e jogaram em cima de Ally. Senti um aperto no coração em vê-la naquele estado.

K- O que aconteceu com ela? Ela levou algum tiro?
L- Não, ela não se machucou muito.
Lo- Sim... – todos olharam para mim – Ela entrou na minha frente, eu ia levar um tiro de uma arma estranha.
K- Era uma arma estranhamente grande e parecia com textura de sal?
Lo- Sim, era desse jeito.
K- Ela foi atingida por uma arma que tira praticamente toda a água do corpo da pessoa.
L- E isso tem cura? – Lucy chorava mais calma
K- Sim, lágrimas de unicórnio curam. 10 dozes ao dia, durante uma semana, e a pessoa volta ao normal.
H- E onde conseguimos “lágrimas de unicórnio”? – disse Harry sarcástico
K- Eu tenho aqui.

Klaus voltou com uma grande garrafa com um líquido rosa. 10 dozes por dia durante uma semana. Eu queria que Ally saísse daquela, eu precisava.

Lucy On

Estava cuidando de Ally como sempre fiz, por mais que estivesse um pouco cansada tenho que fazer isso por ela.

Lo: Lucy descanse eu cuido dela. - Disse Louis
L: Não precisa... - ele me interrompeu
Lo: Eu seu o que tenho que fazer, pode ir.
L: Valeu.

Saí da cabana caminhei, até uma grama plana e me deitei. Fechei os olhos e fiquei lá por algumas horas. Até que escuto um grito. Fui até a  cabana e encontrei Ally tendo uma convulsão.

L: LOUIS O QUE TA ACONTECENDO COM ELA?!  - gritei
Lo: EU NÃO SEI... EU ACHO QUE... ESQUECI DE DAR O REMÉDIO. - ele gritava L: SABIA QUE NÃO DEVIA DEIXAR MINHA IRMÃ NA SUAS MÃOS, SEU IDIOTA! - eu gritava enquanto Ally tremia seus olhos estavam pretos suas mãos trofiavam, ela gritava.

H: O que ta acontecendo... Ally?!... O que houve? - Harry perguntava nervoso
L: Seu amigo esqueceu de dar a merda das lágrimas de unicórnio a ela e agora ela está assim! - disse nervosa
Lo: Desculpa ta! - Louis disse baixo
K: Vocês estão brigando enquanto ela tem uma convulsão! - Klaus pegou as lágrimas

Klaus colocou na boca de Ally as 10 gotas e ela simplesmente desmaiou. Saí da cabana, comecei a andar pela floresta, meus passos fortes, percebo que lágrimas pretas descem dos meus olhos. Parei em um lago lavei meu rosto, minhas mãos estavam brancas meu corpo estava branco minhas unhas grandes... Meus olhos pretos e cada vez mais me sentia fraca ate desmaiar. O que eu mais temia aconteceu, agora estou virando uma deles. Acordei eu estava meio zonza, eu não estava com os pés firmes no chão. Consegui ir caminhando até a cabana.

A: Lucy onde você estava?
L: Por aí. - disse ainda confusa
A: Isso não é legal, você sair andando por ai sem dizer aonde vai. - disse Ally preocupada
L: Nossa Ally, ainda bem que você ta bem, sabia que você estava tendo uma convulsão e eu briguei com seu namoradinho? - disse irônica, Ally me fuzila com os olhos

Klaus chega com Harry e Louis.

K: Vocês devem começar os testes pela floresta, para estarem realmente prontos.
H: Sozinhos?!
K: Sim, se quiserem falar comigo podem ligar o tablet. - Klaus disse sorrindo  
A: Acha que estamos prontos? - Ally perguntou com um pouco de medo nas palavras
K: Não sou eu que tenho que achar isso... São vocês. Eu não sei como será esse teste, mas são muitas coisas nessa floresta espero que saiam com vida.

Ally On

Klaus nos deixou andando pela floresta, sozinhos, cada um por si. Aquilo não era legal, eu não gostava de me sentir sozinha. Eu estava andando em paz quando ouvi um barulho estranho atrás de mim, olhei para trás e um vulto preto saiu de dentro de uma moita. Peguei minha espada e empunhei, mas era apenas o Louis. Bufei e voltei a andar.

A- Essa prova é para resolvermos SOZINHOS. No sentido original da palavra.
Lo- Achei que você quisesse companhia.
A- Achou errado, pode ir embora.
Lo- Você ta puta comigo porque eu esqueci de te dar os remédios?
A- Não to puta com você, só não quero ficar perto de você.
Lo- Por quê?
A- Porque pra você tudo tem que ter um por quê?
Lo- Por que sim, e eu acho que você sabe me responder essa questão.

Antes que eu pudesse dar um belo de um fora nele, algo realmente mais assustador saiu de uma moita: uma pantera. Logo atrás dela veio mais uma.

A- Imaginei que fosse só uma.
Lo- Hã?
A- Deveriam ser apenas uma pantera, já que essa prova é individual.
Lo- É, mas eu to aqui com você.
A- Você atraiu duas panteras, legal Tomlinson. Quase me mata duas vezes.

Louis correu para lutar com a pantera, mas nossas armas eram totalmente inúteis. Foi quando eu parei bem no meio, eu não tinha mai consciência do que eu estava fazendo. Apenas abri meus braços, os coloquei na direção interna, e puxei na externa. Quando fiz isso, o interior da pantera se rasgou e ela morreu, fiz a mesma coisa com a segunda e Louis me olhava pasmo.

Lucy On

Eu andava sozinha quando Harry apareceu do nada, me assustando. Resolvi apenas ignorar a presença dele. Foi de repente quando duas panteras apareceram. Tentamos lutar, mas quando as balas chegavam perto dos animais elas explodiam.

H- Ah, por favor! – Harry se irritou e bateu o pé na terra na direção de uma pantera

Uma onda de um tipo de vento fez a terra se abrir, fazendo uma cair dentro do buraco que se fechou no mesmo instante.

L- Legal ver você matando animais, Styles.
H- Cala a boca e mata logo o seu! – ele se irritou não sei por quê

Estiquei minhas mãos em direção a pantera, que foi ficando branca enquanto eu puxava na minha direção. Cuspi no chão e voltei para a cabana de Klaus, quando cheguei encontrei Louis e Ally.

Louis On

Chegamos lá e Klaus sorria satisfeito. Ele abriu as mãos e as quatro panteras como ficaram depois das mortes.

K- A pantera da Lucy teve todo o sangue drenado, tirando completamente suas forças vitais. A do Harry caiu dentro de um buraco, que ele abriu. As outras duas foram rasgadas pela força da mente pela Ally. Essa prova foi feita para vocês descobrirem os “poderes” de vocês.
H- O Louis, e ele?
K- Louis você por enquanto não tem poder. Talvez apareça com o tempo ou não.
Lo- E eu vou ficar sendo o excluído nesse meio? – me exaltei
K- Claro que não Louis, você apenas será diferente dos outros.

Me virei totalmente irritado e saí de dentro da cabana. Fui andando com as mãos no bolso até achar uma linda clareira em que a luz da lua refletia perfeitamente. Me sentei em uma das pedras, olhei para a lua. Rangi os dentes e coloquei minha cabeça entre as pernas. Eu não queria chorar. Mas era inevitável. Eu era o excluído, eu não tinha poder, eu não fazia nada de especial. Eu era um dos quatro não sei como. Eu estava chorando por causa de raiva e tristeza. “Pare de chorar, para com isso Louis!”. Em um acesso de raiva joguei minhas mãos para frente, liberando algo parecido com fogo, que destruiu as árvores que lá estavam. Olhei para as minhas mãos confuso.

Lo- O que eu sou nesse meio?


Lucy On

Juro que ainda estou em choque com esses testes, só quero saber como será o próximo.

K: Próximo teste... Esse teste pode não parecer, mas é o mais difícil. - disse Klaus
L: O que é?
K: Uma neblina.
H: Uau quanta dificuldade! - disse Harry sarcástico
K: Só posso dar uma dica... Acreditem em si mesmos e tudo passará. - Disse Klaus misterioso.

Fomos em direção a floresta fria, escura, esquisita, comecei a escutar vozes e a neblina vinha em minha direção, fazendo com que não conseguisse ver Louis, Ally nem Harry. As vozes cada vez gritavam mais alto em meus ouvidos, quando vejo a imagem de Harry. Como assim?!

"Hey Lucy, doce Lucy, você aí sempre tão valente, mas sei muito bem que chora todas as noites por não ter pais, que pena Haha, não passa de uma garota fraca, idiota, ninguém liga para você lembre-se disso." Senti minhas lágrimas descerem enquanto minha raiva aumentava meu coração acelerava.

L: Fraca éo Caralho! - Me levantei

Meus olhos ficaram pretos toquei, na neblina e ela se tornou pássaros pretos que vieram em minha direção, eu abaixei e dei um grito. O que acabou de acontecer aqui... Essas palavras... Eu não entendo... Fiquei caída no chão por um tempo até eu acreditar no que realmente aconteceu... Essas palavras foram uma facada no meu estômago, lágrimas desciam cada vez com mais frequência.

L: ALLY! - gritei chorando

Aonde será que eles estão? O que ta acontecendo?... Isso é da minha mente?!... Estou delirando...

Harry On

Estou sozinho numa floresta sem nenhuma ideia aonde Louis, Lucy e Ally estão... Legal... Vejo uma neblina vindo em minha direção. Que medo. Vozes vinham junto com elas o que e isso?!... Escuto uma que me chama. Desde quando neblinas sabem meu nome?!... O que é isso?!... Lucy????

"Harry, sei que você é apaixonado por mim, mas que pena eu te odeio, você é esquisito, fraco, inútil. Ainda foi abandonado pelos pais que peninha, coitadinho tomara que morra!"

Sinto lágrimas descerem eu simplesmente bati meus punhos no chão, poeira toma conta do lugar e tudo some. Olho para o lado vejo Lucy ajoelhada no chão, o que foi isso, essas palavras como se fossem para nos afastar, mas isso não vai acontecer. Me levantei fui até Lucy.

H: Ta... Tudo bem? - ela me olhou com seus olhos vermelhos com lagrimas em seu rosto e fui surpreendido por seu abraço

Eu apenas correspondi. Ela deve ter visto o mesmo... Todos nós vimos isso... Estamos delirando esses testes estão nos matando, estamos ficando mais próximos um do outro... Por que isso?


Ally On

Estava andando sem rumo no meio a floresta, foi quando uma neblina veio. E vozes começaram a ser escutadas. Me envolveram toda e apareceu Louis na minha frente. Fiquei tipo WTF quando ele começou a falar.

Lo- Alice, uma frágil menina, triste e excluída. Ninguém sabe do seu passado, seu medo ridículo de água, uma simples gota de água te deixa assustada. Você acha que eu não sei que você está super afim de mim? Mas não há chance nenhuma de isso acontecer, você é sem graça, as pessoas não se interessam por você. A Lucy sempre vai ser melhor que você em tudo. Ninguém nunca vai se interessar por você.

Peguei as pedras e comecei a jogar na neblina. Eu estava em choque, chorando que nem uma condenada. Comecei a chorar desesperadamente, me deitei no chão em posição fetal. Aquilo era simplesmente tortura. Era tortura ouvir aquilo.

Louis On

Estava simplesmente sentado no chão, fazendo desenhos com um galho quando senti um frio súbito, e logo depois uma neblina me envolver. Vozes, eu estava ouvindo vozes. Me levantei. Uma pessoa começou a se formar em minha frente. Era ela, Ally.

A- Louis Tomlinson, você não é nada. Por que reparar em você quando se tem pessoas mais interessantes que você para se interessar? Por que devemos achar você importante se não dá pelo menos o trabalho de conquistar uma garota? Eu jamais serei sua, eu me recuso a chegar perto de uma pessoa como você, inútil.

“Inútil”. Eu estava chorando de novo, eu não queria parar de chorar nunca mais. Doía mais que tudo ouvir aquelas palavras dela. Eu podia ter ouvido de qualquer um, mas dela era como uma facada. Bati com as mãos na terra e gritei.


Lo- Por que você não me ama?! POR QUE VOCÊ NÃO ME AMA? – o que estava acontecendo comigo?




Lele and Mandy

Nenhum comentário:

Postar um comentário